GEO
GEO Year Book 2006
United Nations Environment Programme

The GEO Year Book 2006 is the third annual survey of the changing global environment produced by the United Nations Environment Programme, in collaboration with many world experts in environmental research and action. The Year Book includes global and regional overviews. It highlights the linkages between environmental well-being, vulnerability and poverty||records recent findings on the value of ecosystem services||and describes new research findings on polar and ocean changes that may prove a turning point in the urgency of our awareness and response to global change.


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2006
Reports and Books
Air quality guidelines - global update 2005
World Health Organization

The WHO air quality guidelines offer guidance on reducing the effects on health of air pollution. This book presents revised guideline values for the four most common air pollutants - particulate matter, ozone, nitrogen dioxide and sulfur dioxide - based on a recent review of the accumulated scientific evidence.The rationale for selection of each guideline value is supported by a synthesis of information emerging from research on the health effects of each pollutant. As a result, these guidelines now also apply globally. They can be read in conjunction with Air quality guidelines for Europe, 2nd edition, which is still the authority on guideline values for all other air pollutants.


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2006
Reports and Books
Korea Environmental Policy Bulletin - Water Environment Management Master Plan Outline (2006~2015) - Clean Water, Eco River 2015
Republic of Korea, Ministry of Environment

The Water Environment Management Master Plan proposed by the Ministry of Environment (MOE) presents the government s policy directions for the next 10 years (2006~2015). It aims to promote ecologically healthy water environment to ensure high quality water which breaks away from a policy that has been geared almost solely toward existing point sources of conventional pollutants deteriorating water quality, including BOD. The plan presents programs that encompass the management of water quality in small streams, estuaries and coast, in addition to the upper areas of water supply sources and mainstream of rivers that have been accorded greater priority to date. It also enables the systematic management by changing the management unit from 194 rivers and streams into 4 major river basins, 117 mid-level basins, and 840 unit basins. This master plan will serve as guidelines for the execution of water quality preservation plans which must be integrated and implemented by the regional environmental offices, cities, gun s and gu s nationwide.


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2006
Serials
Environmental Health Plan - 2006-2015
Republic of Korea, Ministry of Environment

It is reportedly known that the quality of life has been improving in recent years, but a public health crisis due to environmental pollution increases as well every year. Since the arrival of new millenium in 2000, environmental pollution becomes more serious as its impact on public health increases year by year. The habitants of industrial complexes and abandoned mines are appealing health damages, and concerns for diseases due to environmental agent such as atopic dermatitis and asthma are spreading seriously. All these are attributable to the increase of the use of chemicals in daily lives, rise of expectation of the people for the quality of environment, as well as diversification of the causes of environmental pollution. The environmental health issue now becomes intense societal concern.


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2006
Reports and Books
2006 Green Korea;A Beautiful Environment and A Healthy Future
Republic of Korea, Ministry of Environment

The most important value of the 21st century is the Sustainability that integrates the environment, economy, and society, and the environment is particularly important in that the quality of life is interconnected with the environment. The Ministry of Environment of the Republic of Korea (MOE) will exert strenuous efforts to make the Korean Peninsula and the earth a place full of life and a healthy eco-community, and we believe that Green Korea 2006 will work as a great tool to realize that goal


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2006
Reports and Books
Pocketbook of Environment Statistics - Mauritius
Ministry of Environment and NDU

The data series provided in this publication focuses on providing trends over time so that users can compare environmental performances against quantified targets and commitments set at the national and international level. The data mainly refers to the Island of Mauritius unless otherwise stated. The materials provided in this pocketbook have been drawn from published statistics, mainly from the Digest of Environment Statistics, prepared by the Statistics Unit of the Department of Environment and released by the Central Statistics Office.


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2006
Reports and Books
AUTO – AVALIAÇÃO DAS CAPACIDADES NACIONAIS PARA A GESTAO GLOBAL AMBIENTAL - PERFIL TEMÁTICO NA ÁREA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Ministério do Ambiente e Agricultura

As Mudanças Climáticas foram reconhecidas pela primeira vez como um problema maior e de envergadura mundial em 1979, durante a primeira conferência climática organizada em Genéve pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). Nesta ocasião foi dado um alerta aos governos para que juntos lutassem para evitar que actividades de origem antrópica contribuíssem para aumentar a emissão de GEE, susceptível de pôr em perigo a Humanidade inteira. Reconhecendo que as mudanças climáticas e seus efeitos adversos representam uma preocupação para a humanidade, a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (CCNUCC), foi aberta a assinatura em 1992, durante a Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro. O objectivo último desta Convenção é estabilizar as concentrações de gases com efeito de estufa (GEE) na atmosfera a níveis que acautelariam a interferência antrópica no clima da Terra. Cabo Verde ratificou a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas a 29 de Março de 1995, que entrou em vigor a 22 de Junho do mesmo ano. Na condição de Parte Contratante da Convenção, Cabo Verde assumiu nesta data o compromisso de formular uma Comunicação Nacional à Conferência das Partes (CdP). Em 2000, Cabo Verde apresentou a sua Primeira Comunicação bem como a sua Estratégia Nacional e Plano de Acção sobre Mudanças Climáticas. Para a elaboração desses instrumentos, teve-se em conta os diversos estudos efectuados pelos diferentes sectores respeitantes a inventários dos GEE, análise de vulnerabilidade, adaptação e mitigação. A Comunicação Nacional relata a realidade cabo-verdiana no seu processo de desenvolvimento sustentável, dos seus problemas de vulnerabilidade e possível adaptação, os procedimentos relacionados com a emissão dos GEE nos diversos sectores, projecta cenários de emissão, propõe políticas e medidas de atenuação, e analisa as necessidades técnicas e financeiras para o desenvolvimento e implementação do Plano Nacional de Mitigação. Por sua vez a Estratégia e Plano de Acção Nacional sobre as Mudanças Climáticas, define as opções e estratégias de intervenção e apresenta um plano de acção com os respectivos projectos de atenuação e mitigação dos impactes das mudanças climáticas em Cabo Verde. No âmbito da implementação dos compromissos assumidos na Convenção, o governo de Cabo Verde, com o apoio do Fundo Mundial para o Ambiente (FMA) e do SNU, iniciou o projecto com vista a avaliar as capacidades nacionais no domínio da gestão do ambiente global e a reforçar as suas capacidades individuais, institucionais e sistémicas de forma a proporcionar uma melhor gestão do ambiente no quadro da redução da pobreza e desenvolvimento sustentável. Neste contexto, o projecto de auto-avaliação do reforço de capacidades para a gestão ambiental global (NCSA), através deste relatório, permitirá a formulação de uma estratégia e de um plano de acção visando o reforço das capacidades no domínio das Convenções Internacionais, particularmente as relativas a mudanças climáticas, biodiversidade e desertificação.


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2006
Reports and Books
AUTO – AVALIAÇÃO DAS CAPACIDADES NACIONAIS PARA A GESTÃO GLOBAL AMBIENTAL - PERFIL TEMÁTICO NA ÁREA DA CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE
MINISTÉRIO DO AMBIENTE E AGRICULTURA

Uma viagem retrospectiva ao conceito de desenvolvimento sustentável conduz-nos, ate dois eventos marcantes da história: Maurice Strong, quem enquanto Secretario Geral da Conferencia de Stockholm, em 1972, introduziu o termo de eco-desenvolvimento. O termo desenvolvimento sustentável surge por primeira vez no “Relatório Bruntland” (1987), nele destacou-se tanto a necessidade de assegurar, mas também, as ligações existentes entre, um crescimento económico sustentável, a gestão apropriada dos recursos naturais (RN) e a equidade ao interior e, entre gerações. Desde aquela época o conceito de desenvolvimento sustentável tem sido amplamente disseminado e utilizado. Entre os antecedentes e base histórica da teoria da Conservação e Desenvolvimento Sustentável temos, que em 1948, foi fundada a União Internacional para a Conservação da Naturaza, the World Conservation Union – IUCN. Em 1972, teve efeito a Conferencia Global Sobre Meio Ambiente Humano, com o lema: “ Uma Só Terra”, nesse contexto é criado o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, PNUMA (UNEP). 1980-1990 pode ser definido como o período do desenvolvimento das ideais da conservação ao estatuto de Ciência.


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2006
Reports and Books
State of Environment Report - Samoa
Ministry of Natural Resources and Environment - Government of Samoa

The 2006 State of Environment Report (SOE) Report illustrates very clearly Samoa's environmental vulnerabilities and challenges, as well as supporting the creation of a more enabling sustainable development environment. Much of this Report, however, summarizes the current state of knowledge about the environment of Samoa. It instigates the move towards identifying Sustainable Environmental Management (SEM) indicators, and then covers them separately in the areas of climate change and ozone depletion, coastal and marine resources, water resources, land resources, tourism resources, forestry resources, biodiversity resources, even Samoa's socio-economic situation, as well as institutional responses to natural resource management and development trends. This Report provides valuable information and base-data to act as a gauge against which to measure the future state of Samoa's environment.


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2006
Reports and Books
L’ÉTAT DE L’ENVIRONNEMENT EN POLYNÉSIE FRANÇAISE
CATHERINE GABRIE - HÉLOÏSE YOU, P. FARGET

Les grandes orientations d’une politique de développement durable doivent reposer sur une connaissance approfondie et actualisée des données environnementales, mais aussi parce que l’on ne protège bien que ce que l’on connaît, j’ai souhaité mettre à jour le document de référence l’ « état de l’environnement » dont la précédente édition datait de 1995. L’état de l’environnement 2006, outil essentiel pour l’orientation de nos politiques environnementales, montre l’importance de pérenniser une structure de suivi régulier et de centralisation des informations, d’analyses et de projections. C’est dans cette perspective que la Polynésie envisage la création d’un observatoire de la biodiversité et des changements climatiques, tant pour notre Pays, qu’à terme pour l’ensemble de notre région, en coopération avec toutes les bonnes volontés.


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2006